Medidas de segurança que impeçam o acesso à Lagoa Azul são exigidas

Vereador visitou a área e ficou preocupado com a facilidade de acesso ao local, que se tornou ainda mais simples após a retirada dos alambrados que isolavam a lagoa
O vereador Lisandro Frederico cobrou que a Prefeitura de Suzano crie novas medidas de segurança que impeçam o acesso da população à Lagoa Azul, no Jardim Imperador. 
Com o recorrente número de afogamentos, Lisandro decidiu visitar a área e ficou preocupado com a facilidade de acesso ao local, que se tornou ainda mais simples após a retirada dos alambrados que isolavam a lagoa. O parlamentar encaminhou um ofício à administração municipal com diversos questionamentos.
Entre as oito perguntas estão: A quem pertence o terreno onde fica a lagoa; quantos acidentes já foram registrados e quantas mortes por afogamento; quais as providências que o Poder Executivo pretende adotar para reduzir o índice de acidentes no local; e quais as providências e os prejuízos recebem aqueles que são flagrados acessando ou nadando no local.
Com base nas respostas, o parlamentar irá propor medidas para serem colocada em prática a fim de aumentar a fiscalização e dificultar a entrada. “Se trabalharmos juntos, conseguiremos diminuir o índice de mortes que se estende há décadas. Nenhuma providência efetiva foi implantada até agora, uma vez que muitos casos são registrados”, destacou Lisandro.
 “Recentemente visitei o local e verifiquei que não existe mais nenhum bloqueio físico”, afirmou Lisandro. “Antes havia um alambrado que fechava o acesso, mas ele foi retirado”, descreveu. 
Inclusive, no dia em que o vereador esteve no local, algumas pessoas “passeavam” no entorno da lagoa. Placas de proibido nadar estão fixadas, porém, são facilmente desrespeitas, devido à falta de fiscalização.
“A Lagoa Azul, infelizmente, está entre as que mais matam por afogamento no Alto Tietê”, informou Lisandro. O caso mais recente foi em 20 de setembro, quando a vítima foi um estudante de 18 anos. 
A lagoa existente no Jardim Imperador não é natural. Ela foi criada a partir da exploração de argila. E é justamente esta origem que a torna tão perigosa. Muitas mortes são motivadas após as pessoas que se arriscam ficarem presas na argila, ainda existente no fundo. A região onde está localizada fica próxima de escolas e de uma avenida bastante movimentada da cidade.
“É fato que o Poder Pública precisa agir para conter novas mortes, porém, a população as pessoas devem ter responsabilidade de não se arriscar nestas águas e não invadir um local onde há placas de proibido nadar e com um histórico de tantas vítimas”, afirmou Lisandro.

 

 

 

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