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NOTA TÉCNICA


A Assessoria Jurídica do vereador Lisandro Frederico esclarece que a utilização do termo “rachadinha”, nas reportagens divulgadas sobre a investigação que está em curso na Delegacia Seccional, está equivocada, uma vez que não condiz com a realidade dos fatos.

O advogado do parlamentar, Marco Tanoeiro, explica que a prática conhecida como “rachadinha” ou “rachid” é caracterizada pela transferência de salários de servidores públicos para pessoa que ocupa função de chefia no Poder Público. A origem da palavra vem da prática de “rachar” o salário entre servidores e chefia.

Tanoeiro lembra que o vereador jamais foi acusado deste tipo de crime. O que se apura no inquérito é uma suposta obrigatoriedade na doação que ex-voluntários da ONG Projeto Adote Suzano (PAS) fizeram à entidade. Lisandro nega a acusação.

Desde 2013, a ONG PAS desenvolve trabalhos de proteção dos animais em Suzano. Lisandro foi um dos fundadores, atuou como presidente antes de assumir o mandato e hoje é voluntário da ONG. Em nenhum momento, os autores da denúncia afirmam que a transferência do recurso teria o parlamentar como destinatário.

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